Club Nacional de Football


































































Nacional

Escudo del Club Nacional de Football.svg
Nome Club Nacional de Football
Alcunhas Bolsos
Bolsilludos
Decano
Albos
Tricolores
Rey de Copas
Principal rival
Penarol
Fundação
14 de maio de 1899 (119 anos)
Estádio
Gran Parque Central
Capacidade 30.000 pessoas[1]
Localização
Montevidéu, Uruguai
Presidente
Uruguai José Luis Rodríguez
Treinador
Uruguai Alexander Medina
Patrocinador
Uruguai Antel
Material (d)esportivo
Inglaterra Umbro
Competição
Campeonato Uruguaio
Copa Sul-Americana
Copa Libertadores
Website
[1]

















Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Uniforme
titular














Cores do Time

Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time


Uniforme
alternativo














Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Uniforme
alternativo




Temporada atual

editar

O Club Nacional de Football é um clube de futebol do Uruguai, fundado em 14 de maio de 1899, após a fusão, por iniciativa de jovens universitários da época, dos clubes Uruguay Athletic Club e Montevideo Football Club.


O clube pratica diversas modalidades esportivas, sendo a mais importante delas o futebol, esporte pelo qual tem obtido importantes vitórias em nível nacional e internacional, ganhando assim um considerável reconhecimento em nível mundial. Foi três vezes campeão da Copa Libertadores da América, e nas três vezes que foi à Copa Intercontinental, não perdeu nenhuma.


O Nacional faz com o seu rival tradicional Peñarol, um dos maiores clássicos do futebol mundial.




Índice






  • 1 História


    • 1.1 Fundação e primeiros anos[2]


    • 1.2 Contribuições para a Seleção Uruguaia


    • 1.3 O clube das conquistas


    • 1.4 As excursões internacionais


    • 1.5 1971: A primeira Copa Libertadores


    • 1.6 1980: A segunda Libertadores


    • 1.7 1988: A terceira Libertadores




  • 2 O clássico Nacional vs. Peñarol


  • 3 Títulos


    • 3.1 Categorias de Base




  • 4 Elenco atual


  • 5 Transferências


  • 6 Jogadores destacados


  • 7 Treinadores


  • 8 Sedes e estádios


  • 9 Escudo


  • 10 Uniformes


    • 10.1 Uniformes atuais


    • 10.2 Uniformes dos goleiros


    • 10.3 Uniformes anteriores




  • 11 Torcida


  • 12 Presidentes ao longo do tempo


  • 13 Ver também


  • 14 Referências


  • 15 Ligações externas





História |



Fundação e primeiros anos[2] |


Em 14 de maio de 1899 na casa do Dr. Ernesto Caprario, ao lado do atual Teatro Verdi, sócios, jogadores e dirigentes dos clubes Uruguay Athletic Club, com sede em La Unión, e Montevideo Football Club fundem-se para criar o Club Nacional de Football, primeira equipe criolla da América Latina.


Tem inspiração no nome escolhido e nas cores da bandeira de José Artigas: camisa vermelha, com gola, extremo da manga e calção azuis. Para a bandeira, se mantiveram as cores e o desenho da insígnia tricolor do herói uruguaio.


Seu primeiro campo foi em Punta de las Carretas, onde disputou a primeira partida amistosa em 18 de junho de 1899 contra o Internacional.


Em 1900 cria-se The Uruguay Association Football League e o Nacional recebe em usufruto o Estádio Gran Parque Central. Já, em 1901, a liga aceita a inclusão do Nacional para disputar a Primera Copa Uruguaya quando o clube é convidado a ingressar na liga Argentina de futebol.



Contribuições para a Seleção Uruguaia |


Em 1903, todo o time do Nacional representa a Seleção Uruguaia em um confronto com a Argentina que culmina com a vitória da celeste (de NACIONAL) por 3–2, que é a primeira vitória internacional do futebol uruguaio.


Em 1924, a seleção uruguaia campeão dos Jogos Olímpicos, tinha grande parte dos seus jogadores formados no Nacional. O mesmo se aplica as equipes de 1928 e 1930, campeões olímpicos e mundiais, respectivamente, dos quais Nacional foi também a base.



O clube das conquistas |


O Nacional é o clube que mais ganhou campeonatos uruguaios na época amadora, com 11 títulos, o primeiro em 1902.


Nos anos como amador, o Nacional consegue dois tricampeonatos, um em 1915-1916-1917 e o outro em 1922-1923-1924.


Na era profissional, ganha 34 campeonatos nacionais uruguaios, o último em 2015.


Dos 5 campeonatos ganhos, em sequência, o de 1941 é mais lembrado para os tricolores, uma vez que o clube venceu o torneio com uma invencibilidade impressionante, ganhando todos os jogos disputados, sem perder nenhum ponto sequer. Algo que dava inveja aos rivais.


Entre os anos 1955 e 1957, obtém seu terceiro tricampeonato uruguaio (o primeiro na era profissional).


Entre os anos 1969 e 1972 obtém seu primeiro tetracampeonato uruguaio.


Entre 2000 e 2002 obtém seu quarto tricampeonato uruguaio (segundo na era profissional).



As excursões internacionais |


Em 1925, o Nacional excursionou pela Europa, excursão considerada a mais bem sucedida de uma equipe de futebol de todos os tempos.


Durante esse passeio, jogou contra equipes profissionais de nível superior na Europa (onde Nacional, ainda um time amador), tendo ganho a grande maioria dos jogos. Em seis meses, o Nacional passou por 9 países e foi visto por um total de 800.000 espectadores. Disputou 38 jogos, vencendo 26, empatando 5 e perdendo 7.


Em 1927, o Nacional fez uma turnê americana, com resultados semelhantes aos da turnê europeia de 1925.



1971: A primeira Copa Libertadores |


No ano 1971 o Nacional venceu a sua primeira Copa Libertadores da América ao derrotar na final o clube argentino Estudiantes.


Nesse mesmo ano, em sua primeira Taça Intercontinental, jogou contra o Panathinaikos da Grécia e derrotou o clube europeu trazendo o inédito título para o Nacional. Nesta época, a Taça Intercontinental era a competição de maior nível do futebol de clubes.


No ano seguinte, ele obteve sua primeira Copa Interamericana, derrotando o mexicano Cruz Azul, sendo o único clube uruguaio a ter esse troféu.



1980: A segunda Libertadores |


O Nacional, durante a presidência de Dante Iocco, voltou à Taça Libertadores da América em 1980, e venceu um clube brasileiro na final: o Internacional de Porto Alegre. Na partida de ida, disputada no dia 30 de julho em Porto Alegre, um empate sem gols. No jogo decisivo, dia 6 de agosto, em Montevidéu, o Estádio Centenário recebeu aproximadamente 65 mil torcedores, que viram o atacante Waldemar Victorino marcar o único gol da partida, decretando a segunda conquista da Libertadores para o Nacional. A equipe do Nacional entrou em campo com: Rodolfo Rodríguez; José Moreira, Juan Blanco, Hugo de León e Washington González; Eduardo de la Peña, Víctor Espárrago e Arsenio Luzardo; Alberto Bica, Waldemar Victorino e Julio César Morales. O time foi comandado por Juan Martín Mujica.


No ano seguinte, obtém a Taça Intercontinental pela segunda vez, batendo o Nottingham Forest da Inglaterra por 1–0, novamente com gol decisivo de Waldemar Victorino.



1988: A terceira Libertadores |





Deportivo de La Coruña x Nacional.


A terceira Copa Libertadores da América chega em 1988, após perder por 1–0 fora de casa e depois vencer por 3–0 o Newell's Old Boys da Argentina, no Estádio Centenário, com gols de Ernesto "Pinóquio" Vargas, Hugo de León e Santiago Ostolaza.


No mesmo ano, obteve a Taça Intercontinental pela terceira vez, com uma heróica vitória por 7–6 nos pênaltis sobre o PSV Eindhoven dos Países Baixos,após empate por 2–2 no tempo normal e na prorrogação.


Com este triunfo sobre a equipe liderada por Guus Hiddink, consagrou-se como o primeira equipe Tricampeã do Intercontinental invicta.


No ano seguinte, venceu a segunda Copa Interamericana, desta vez ganhando do Olimpia de Honduras.


Também em 1989, obteve a Recopa Sul-Americana, derrotando o Racing Club da Argentina, o Nacional ganhava uma Tríplice Coroa, porque venceu a Libertadores 1988, a Copa Intercontinental 1988 e a Recopa Sul-Americana de 1989. Além disso, este foi o último título internacional oficial ganhado por um clube uruguaio até hoje.


Em 2002, o Nacional chegou perto de conseguir o inédito título da Copa Sul-Americana 2002, ao perder nos pênaltis por 5–3 para o Atlético Nacional nas semi-finais da competição, o Nacional ficou em 3º. Caso conseguisse esse título, o Nacional seria junto com o Boca Juniors, LDU de Quito,São Paulo Futebol Clube e o Internacional os únicos times que venceram todas as competições ainda ativas da Conmebol (Copa Libertadores, Recopa Sul-Americana e Copa Sul-Americana).



O clássico Nacional vs. Peñarol |



Ver artigo principal: Nacional vs. Peñarol

Quanto a confrontos com o Peñarol, adversário do tricolor, a equipe do Nacional detém o recorde de invencibilidade de 16 clássicos (entre os anos 1971 e 1974).


Da mesma forma, detém o recorde por ter 10 vitórias em clássicos seguidos (entre os anos 1939 e 1942). Entre estes 10 clássicos apareceu a maior goleada dos clássicos entre Nacional e Peñarol: Em 14 de dezembro de 1941 o Peñarol foi derrotado pelo Nacional por 6–0.


O Nacional tem o maior artilheiro da história do clássico: o argentino Atilio García, com 34 gols.


Também é a equipe que mais venceu clássicos em finais e a que mais venceu nos jogos de volta (jogos em que iniciou em desvantagem e na partida de volta triunfou).


Foi a equipe que ganhou todos os clássicos que foram jogados no exterior (o primeira em La Plata, Argentina em 1960 por 4–0, o segundo na Corunha, Espanha, em 2005, por 3–1)


Recentemente o Nacional teve uma sequência de invencibilidade de 10 clássicos: entre 27 de janeiro de 2004 e 26 de novembro de 2006.



Títulos |




Sala de troféus do clube.




A equipe do Nacional que conquistou a Copa Libertadores da América de 1971



























































































































Mundiais


Competição

Títulos

Temporadas

Trofeo-mini-copa-intercontinental-2.png

Copa Intercontinental

3

1971, 1980, 1988

Intercontinentais


Competição

Títulos

Temporadas

Copa Interamericana.png

Copa Interamericana

2
1971, 1988

Continentais


Competição

Títulos

Temporadas

Trophy-Cup-LA.png

Copa Libertadores da América

3

1971, 1980, 1988

Medical Article Trophy.svg

Recopa Sul-Americana

1

1989

AUF Uruguai x Argentina AFA


Competição

Títulos

Temporadas

Copa Aldao.png

Copa Aldao

3
1916, 1919, 1920

Copa de Honor 2.png

Taça de Honra Cousenier

4
1905, 1915, 1916, 1917

Trofeo Copa Competencia Chevallier Boutell.png

Copa de Competência

2
1913, 1915

Nacionais


Competição

Títulos

Temporadas

Uruguai

Campeonato Uruguaio

46

1902, 1903, 1912, 1915, 1916, 1917, 1919, 1920, 1922, 1923, 1924, 1933, 1934, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1946, 1947, 1950, 1952, 1955, 1956, 1957, 1963, 1966, 1969, 1970, 1971, 1972, 1977, 1980, 1983, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005, 2005/06, 2008/09, 2010/11, 2011/12, 2014/15, 2016

Uruguai

Torneio Intermediario

2
2017 e 2018

Uruguai

Liga Pré-Libertadores da América

8

1982, 1990, 1992, 1993, 1996, 1999, 2007, 2008

Uruguai

Copa Competencia

8
1903, 1912, 1913, 1914, 1915, 1919, 1921, 1923

Uruguai

Torneo Competencia

10
1934, 1945, 1948, 1952, 1958, 1959, 1961, 1962, 1963, 1989

Uruguai

Copa de Honor

7
1905, 1906, 1913, 1914, 1915, 1916, 1917

Uruguai

Torneo de Honor

14
1935, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1946, 1948, 1955, 1957, 1958, 1961, 1963

Outras conquistas:


Torneio Intermédio: 2017/2018


Torneio Clausura: 1995/1996/1998/2001/2006/2011


Torneio Apertura: 1997/1998/1999/2000/2002/2003/2004/2009/2011/2014/2018


Estatísticas:


Temporadas na Primeira Divisão: 109




  • Temporadas na Segunda Divisão: 0


  • Melhor lugar na Primeira Divisão: 1 (46 vezes)


  • Pior posição na Primeira Divisão: 7 º (1988)


  • Maior goleada conseguida:

    • Nos campeonatos nacionais: 11-0 no Charley, em 1920



  • Mais anos no clube: Hector Scarone (21 anos, 1917 a 1939)


  • Mais jogos pela Copa Libertadores da América: Julio Cesar Morales (76 jogos)


  • Maior Artilheiro: Atilio Garcia (468 metas)


  • Goleiro que mais tempo ficou sem tomar gol: Gustavo Munúa, 963 minutos sem receber gols (2003)


  • Jogador com mais campeonatos nacionais: Alfredo Foglino (9 campeonatos)



Categorias de Base |

















CONTINENTAL (Juvenil)

Competição
Títulos
Temporadas

Flags of the Union of South American Nations.gif

Copa Libertadores da América Sub-20

1

2018Cscr-featured.svg

Cscr-featured.svgCampeão Invicto



Elenco atual


  • Atualizado em 13 de Fevereiro de 2016.






















Goleiros



Jogador
1
Uruguai Esteban Conde
26
Uruguai Franco Israel
12
Panamá Luis Mejía

















































Defensores



Jogador

Pos.
2 Uruguai Sebastián Gorga
Z
5 Uruguai Erick Cabaco Z
23 Uruguai Diego Polenta Capitão Z
21 Uruguai Guzmán Corujo Z
4 Uruguai Jorge Fucile
LD
'
Uruguai Alejandro Cavanna LD
6 Uruguai Mathías Olivera LE
22 Uruguai Alfonso Espino LE






















































Meio-campistas



Jogador

Pos.
8 Uruguai Sebastián Eguren
V
14 Uruguai Gonzalo Porras V
15 Uruguai Nicolás Prieto V
33 Uruguai Rafael García V
17 Uruguai Christian Oliva
M
18 Uruguai Felipe Carballo M
19 Uruguai Santiago Romero M
31 Uruguai Alejandro Bárbaro M
'
Uruguai Álvaro González M












































Atacantes



Jogador
7
Uruguai Kevin Ramírez
11
Uruguai Leandro Barcia
13
Uruguai Juan Mascia
21
Uruguai Rodrigo Amaral
24
Argentina Gonzalo Bergessio
29
Uruguai Cristian Tabó
30
Uruguai Sebastián Fernández
33
Uruguai Sebastián Sosa
10
Uruguai Tabaré Viudez
















Comissão técnica

Nome

Pos.
Uruguai Alexander Medina
T
Uruguai Juan Carlos Blanco
AS


Legenda



  • Capitão: Capitão


  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido


  • +: Jogador em fase final de recuperação


  • +: Jogador que volta de lesão/contusão


  • Suspenso.: Jogador suspenso



Transferências


Clausura 2016






Legenda









Jogadores destacados |


Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Nacional:








Treinadores |


Esses são os principais treinadores:




  • UruguaiGerardo Pelusso


  • UruguaiEduardo Acevedo


  • UruguaiJuan Ramón Carrasco


  • ArgentinaMarcelo Gallardo



Sedes e estádios |


Gran Parque Central


Ver artigo principal: Estádio Gran Parque Central




Estádio Gran Parque Central.


Localizado no bairro La Blanqueada, em Montevidéu, o estádio Gran Parque Central, remodelado no começo de 2005, é o campo do Nacional.


Este estádio, com capacidade para 26.500 pessoas, foi recentemente reconhecido pela FIFA por ter sido sede da primeira partida da história das Copas do Mundo (disputado em 13 de Julho de 1930, entre Estados Unidos e Bélgica, pelo Grupo D da Copa do Mundo, com resultado favorável para os americanos por 3–0). Simultaneamente, outra partida foi disputada no atualmente inexistente Estádio Pocitos.


No terreno onde atualmente se localiza o Parque Central, José Artigas foi nomeado Chefe dos Orientais, em 1811. Esta data não faz mais que afirmar o sentimento oriental do Nacional, o forte vínculo do clube com as raízes históricas do Uruguai, que também se reflete no nome, escudo e uniforme do clube.


Para encontros que se possam ter um maior público que do Parque Central, utiliza-se o Estádio Centenário.



Escudo |


As cores do clube são azul, branco e vermelho, que se reflectem nas suas sociais e os símbolos foram formados a partir da bandeira de independência uruguaia.


A bandeira do clube, é composta da seguinte forma: azul sobre um fundo branco em listra diagonal, da esquerda para a direita e de baixo para cima, o que inclui, em vermelho, as iniciais C. N. de F.



Uniformes |



Uniformes atuais |




  • 1º uniforme: Camisa branca, calção e meias azuis;


  • 2º uniforme: Camisa vermelha, calção e meias vermelhas;


  • 3º uniforme: Camisa azul, calção e meias azuis;


  • 4º uniforme: Camisa azul celeste, calção e meias brancas;



















Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

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1º Uniforme













Cores do Time

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Cores do Time

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2º Uniforme













Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


3º Uniforme













Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


4º Uniforme



Uniformes dos goleiros |



  • Camisa azul, calção e meias azuis;

  • Camisa azul celeste, calção e meias azuis celeste;

  • Camisa laranja, calção e meias laranjas.


















Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

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Cores do Time

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Uniformes anteriores |


  • 2016


















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Cores do Time

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Cores do Time

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Cores do Time

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Cores do Time

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Cores do Time

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  • 2015

















Cores do Time

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Cores do Time

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'













Cores do Time

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'


  • 2014

















Cores do Time

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Cores do Time

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  • 2013

















Cores do Time

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Primeiro













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Cores do Time

Cores do Time

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Segundo













Cores do Time

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Cores do Time

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Terceiro


  • 2012


















Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

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Primeiro













Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Segundo













Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Terceiro













Cores do Time

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Cores do Time

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Quarto


  • 2011


















Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Primeiro













Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

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Segundo













Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Terceiro













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Cores do Time

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Quarto


  • 2010

















Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Primeiro













Cores do Time

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Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Segundo













Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

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Terceiro


  • 2009
















Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Primeiro













Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time

Cores do Time


Segundo



Torcida |




Torcida do Nacional en A Corunha.


O Uruguai está dividido por dois gigantes, torcedores do Nacional e do Peñarol.


Um inquérito nacional conduzido pelo consultor em dados de 1997, publicado pelo diário El Pais, põe o Nacional como preferência de 45% da população uruguaia e o Peñarol com 42%. Outro estudo feito em 2006, contrasta com o primeiro dando 45% para o Peñarol e 35% para o Nacional.


A Barra Brava do Nacional é conhecida como La Banda del Parque.



Presidentes ao longo do tempo |









  • 1899-1899: Sebastián Puppo


  • 1900-1900: Jorge A. Ballestero


  • 1901-1901: Bernardino Daglio


  • 1902-1902: Carlos Carve Urioste


  • 1903-1904: Domingo Prat


  • 1905-1905: Luis Laventure


  • 1906-1907: José María Reyes Lerena


  • 1908-1908: Domingo Prat


  • 1909-1909: Francisco Del Campo


  • 1910-1910: Domingo Prat


  • 1911-1921: José María Delgado


  • 1922-1923: Rodolfo Bermúdez


  • 1923-1925: Numa Pesquera


  • 1926-1926: Ramón Pedro Díaz


  • 1927-1927: Oscar Bottini





  • 1928-1928: Melitón Romero


  • 1929-1932: José María Delgado


  • 1933-1933: Rodolfo Bermúdez


  • 1934-1935: Atilio Narancio


  • 1936-1936: José María Reyes Lerena


  • 1937-1937: Aníbal Zapicán Falco


  • 1938-1938: Raúl Blengio Salvo


  • 1939-1939: Atilio Narancio


  • 1940-1945: Rodolfo Gorriti


  • 1946-1949: Roberto Espil


  • 1950-1951: Gregorio Baldizán


  • 1952-1953: Santiago De Brum Carbajal


  • 1953-1954: Manuel González


  • 1955-1961: José Añón





  • 1962-1967: Eduardo Pons Etcheverry


  • 1968-1979: Miguel Restuccia


  • 1979-1980: Justo Alonso Leguísamo


  • 1980-1982: Dante Iocco


  • 1983-1985: Rodolfo Sienra


  • 1986-1988: Mario Garbarino


  • 1989-1991: Roberto Recalt


  • 1992-1997: Ceferino Rodríguez


  • 1998-2000: Dante Iocco


  • 2001-2006: Eduardo Ache


  • 2006-2006: Víctor Della Valle


  • 2006-2012: Ricardo Alarcón


  • 2012-2015: Eduardo Ache


  • 2015-hoje: José Luis Rodríguez




Ver também |




  • La Banda del Parque - a principal barra brava do Nacional.


  • Nacional vs. Peñarol - o grande clássico do Uruguai, considerado um dos maiores do mundo.


  • Títulos internacionais de clubes uruguaios de futebol.



Referências




  1. «Un Parque Central de 30.000 espectadores» 


  2. Trayectoria de Club Nacional de Montevideo. Disponível em: http://www.nacional.com.uy/mvdcms/uc_21_1.html, acessado em 23 de junho de 2010


  3. ab «Pablo Álvarez y Andrés Scotti ya son de Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 3 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012 


  4. «Bava arriba hoy "a pelear el puesto"» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 12 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012 


  5. «Gallardo le había echado el ojo y Aguirre llegó a Colonia» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 12 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012 


  6. «Vicente Sánchez es jugador de Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 13 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012 


  7. «Es definitivo: Damonte llega hoy a Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 19 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012 


  8. «Juan Cruz Mascia será tricolor» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 19 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012 


  9. «Porta rescindió y se vuelve a jugar la Copa» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 22 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012 


  10. «Rodrigo Muñoz es jugador del Libertad» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 9 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012 


  11. «Dicen que Charquero ya es del Alianza» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 27 de dezembro de 2011. Consultado em 17 de junho de 2012 


  12. abcd «No siguen Godoy, Anderson, Peralta y Marques» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 3 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012 


  13. ab «Matías Sosa también sería baja» (em espanhol). El Observador. 9 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012 



Ligações externas |


  • (em castelhano) Página oficial











  • Portal do futebol
  • Portal do Uruguai





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