Colégio Militar (Portugal)











































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































Colégio Militar

Logotipo do Colégio Militar (Portugal) sem a frase "Fundado em 1803".jpg
País

Portugal Portugal
Corporação

Exército Português
Subordinação

Comando da Instrução e Doutrina
Missão
Ensino Básico (1.º, 2.º e 3.º Ciclos) e Secundário
Criação

1803
Aniversários
3 de março
Lema
Servir
Divisa
Um por todos, todos por um
Grito de Guerra
Zacatraz
História
Condecorações

Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito
Ordem Militar de Cristo
Ordem Militar de Avis
Medalha de Serviços Distintos
Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
Ordem da Instrução Pública
Logística
Efetivo
614 alunos
Insígnias
Barretina:

Barretina.png

Armas:

BrasaoCM.jpg
Sede
Sede
Largo da Luz, Lisboa
Endereço
LISBOA
Internet

www.colegiomilitar.pt

O Colégio Militar CvTE • GCC • MHA • MOSD • MHSE • GCIP, situado em Lisboa, Portugal, é uma escola pública de ensino militar superior. Fundado em 1803 pelo Marechal António Teixeira Rebelo, funcionou até 2017/ 2018 em regime de internato masculino, sendo atualmente uma escola mista de externato e internato facultativo. Localização precisa no OSM




Alunos do Colégio Militar, em uniforme de gala


O Colégio Militar admite filhos de militares e de civis, a quem oferece o currículo escolar do Ministério da Educação, complementado pelas disciplinas obrigatórias de Instrução Militar, Equitação e Esgrima.




Índice






  • 1 História


    • 1.1 1803-2013


    • 1.2 Reforma de 2013


    • 1.3 Condecorações




  • 2 Caraterísticas


    • 2.1 Código de Honra


    • 2.2 Fardamento


    • 2.3 Cerimónias e Tradições


      • 2.3.1 Abertura Solene do ano letivo


      • 2.3.2 Aniversário do Colégio Militar


      • 2.3.3 "Zacatraz"


      • 2.3.4 Símbolo da Barretina na lapela






  • 3 Antigos alunos distintos


    • 3.1 Na presidência da República


    • 3.2 Na política e administração pública


    • 3.3 Nas forças armadas


    • 3.4 Nas ciências


    • 3.5 Nas artes


    • 3.6 Nas letras e humanidades


    • 3.7 No desporto


    • 3.8 No comércio e indústria




  • 4 Professores


  • 5 Diretores


  • 6 Toponímia


  • 7 Referências


  • 8 Ligações externas





História |



1803-2013 |


Ver também: António Teixeira Rebelo#A criação e direção do Colégio da Feitoria (1803-1825)





Marechal António Teixeira Rebelo, fundador do Colégio Militar.


O processo de criação do Colégio Regimental da Artilharia da Corte, também conhecido por Colégio da Feitoria, e que deu origem ao atual Colégio Militar, prolongou-se entre 1802 e 1803, tendo sido fixada, mais tarde, a data oficial de 3 de março de 1803 de modo a assinalar a efeméride.


Foi fundado pelo então Coronel António Teixeira Rebelo, comandante do Regimento de Artilharia da Corte sito no Forte da Feitoria, em Oeiras, com o objectivo de educar os filhos dos oficiais daquele regimento. Preocupado com a ocupação e educação das crianças e jovens familiares da sua guarnição e de civis da região, cria, desse modo, uma escola cujos agentes de ensino seriam os próprios militares do seu Regimento. Os alunos eram inicialmente cerca de vinte.


Em 1805, o Príncipe Regente, futuro D. João VI, manda conceder uma pensão aos educandos daquela escola; e, no ano seguinte, ele próprio visita as instalações da Feitoria, atraído pela fama do pequeno colégio, e ordena que seja aumentada aquela pensão e concedida uma gratificação mensal aos professores. Sempre interessado pelo colégio, o mesmo soberano confere, em 1807, um louvor a Teixeira Rebelo e aos seus colaboradores.


1807 é igualmente o ano em que Teixeira Rebelo deixa o comando do Regimento de Artilharia da Corte, sendo nomeado inspetor dos Corpos de Artilharia. O Governo, certamente interessado no prosseguimento da ação educativa de Teixeira Rebelo, autorizou-o a manter-se nas suas funções diretivas do Colégio, dando-se os primeiros passos para a autonomização da escola.


Em 1813, o colégio passa a ter existência oficialmente autónoma, adoptando a designação de Real Colégio Militar, com Teixeira Rebelo como diretor, entretanto promovido a Marechal de Campo.


O Real Colégio Militar foi transferido em 1814 do Forte da Feitoria para o edifício onde desde 1618 funcionara o Hospital de Nossa Senhora dos Prazeres, no sítio da Luz, em Lisboa, aí permanecendo até 1835.


Entre 1835 e 1859, o colégio mudou várias vezes de local (para o sítio de Rilhafoles, no centro de Lisboa, e para o Convento de Mafra). Em 1859 voltou para a Luz, onde ainda hoje se mantém. Desde essa época que os alunos do Colégio Militar recebem o epíteto de "Meninos da Luz".


Com a implantação da República em 1910, o colégio perdeu o título de "Real", passando a denominar-se Colégio Militar.[1]




Real Colegio Militar



Reforma de 2013 |


Em 2012, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, nomeou uma comissão para estudar a reestruturação das escolas militares não superiores - Colégio Militar, Instituto de Odivelas e Instituto dos Pupilos do Exército, com o objetivo de reduzir custos e aumentar eficiências na sua oferta educativa, aumentar a captação de novos alunos e promover a igualdade de género.[2][3]


Em 2013, por despacho ministerial, foi ordenada uma profunda reforma do Colégio Militar, a aplicar duma só vez pouco depois no início do ano letivo de 2013/2014, acompanhada da ordem de encerramento do Instituto de Odivelas no final do ano letivo de 2014/2015.[4]


Em setembro de 2013, cumprindo o despacho, o Colégio Militar pela primeira vez na sua história admitiu alunos do sexo feminino, bem como alunos para o 1.º Ciclo e alunos para todos os anos de escolaridade. Simultaneamente, foi reaberto o regime de externato, que já tinha sido experimentado e abandonado por diversas vezes na história da instituição. Foi também aberto concurso para um edifício de internato feminino que funcione a partir do ano letivo de 2015/2016 e receba as alunas internas do Instituto de Odivelas, que então encerrará definitivamente.[5]


O prazo de execução da reforma bem como algumas das suas bases foram contestados publicamente pelas associações de antigos alunos e de pais e encarregados de educação do Colégio Militar e do Instituto de Odivelas, por temerem a descaracterização das instituições e o fim de tradições centenárias.[5] O Ministro da Defesa Nacional respondeu aos pais por carta, reafirmando o investimento e a confiança na instituição.[6]


O ano letivo de 2014/2015 iniciou-se com 614 alunos, mais 174 que no ano anterior, incluindo 82 alunas que se transferiram do Instituto de Odivelas.


Em resultado da reforma de 2013, em apenas dois anos o Colégio Militar passou de internato masculino integral a uma escola em que um terço de alunos é do sexo feminino, e também um terço dos alunos dispensou o internato.[7]



Condecorações |


O Estandarte Nacional do Batalhão de Alunos do Colégio Militar é o mais condecorado das Forças Armadas Portuguesas, pelo valor demonstrado por muitos dos seus antigos alunos, pelo reconhecimento da qualidade do ensino ministrado, e pelo público reconhecimento do cumprimento da sua missão.


Ostenta as seguintes insígnias nacionais ou militares:[8]



  • 1920 Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito

  • 1931 Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública

  • 1953 Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo

  • 1959 Ordem do Mérito Militar do Brasil

  • 1978 Ordem Militar de Sant'Iago da Espada

  • 1981 Medalha de Honra de Mérito Desportivo

  • 1982 Ordem do Rio Branco do Brasil

  • 1990 Medalha de Ouro de Serviços Distintos

  • 1998 Medalha do Pacificador do Brasil

  • 1999 Medalha Marechal Trompowsky do Brasil

  • 2002 Membro-Honorário da Ordem Militar de Avis

  • 2003 Ordem Militar de Avis

  • 2003 Medalha Naval Vasco da Gama

  • 2003 Medalha de Mérito Aeronáutico de 1.ª Classe


O Colégio Militar também recebeu as seguintes distinções locais ou particulares:



  • 1967 Medalha de Ouro e Bons Serviços do Concelho de Oeiras

  • 1985 Medalha de Honra da Cidade de Lisboa

  • 2003 Medalha da Cruz Vermelha de Benemerência

  • 2005 Medalha de Honra da Freguesia de Carnide

  • 2008 Colar de Honra de Mérito Desportivo

  • 2008 Troféu Olímpico do Comité Olímpico Português

  • 2015 Medalha de Ouro da Ordem do Mérito Conselheiro Thomaz Coelho (Brasil)



Caraterísticas |



Código de Honra |


O Código de Honra é um guia permanente do comportamento dos alunos do Colégio Militar. Está colocado em locais estratégicos das instalações, estando também cosido no interior de algumas peças do fardamento.



  1. Amar e honrar a Pátria

  2. Dignificar a farda que enverga

  3. Cultivar a disciplina

  4. Dedicar à sua formação todo o seu esforço e inteligência

  5. Ser verdadeiro e leal, assumindo sempre a responsabilidade dos seus atos

  6. Praticar a camaradagem sem denúncia nem cumplicidade

  7. Ser modesto no êxito, digno na adversidade e confiante face às dificuldades

  8. Ser generoso na prática do Bem

  9. Repudiar a violência, a delapidação e o despotismo

  10. Ser sempre respeitador, afável e correto[9]



Fardamento |


Os alunos do Colégio Militar envergam um uniforme de gala de cor de pinhão (acastanhada), adotado em 1837 com base na cor tradicional dos uniformes dos Batalhões de Caçadores portugueses, e posteriormente modificado em 1870 e 1912. Do uniforme de gala destaca-se a barretina, adotada em 1866 com base no modelo então corrente no Exército Português, a qual se tornou no principal símbolo do Colégio Militar.


No ano letivo de 2009-2010, o fardamento para uso interno e desportivo foi redesenhado pela estilista nacional Maria Gambina, mantendo-se intocado o uniforme de gala.



Cerimónias e Tradições |


O Colégio Militar celebra cerimónias e tradições, tanto oficiais como internas, que se repetem em cada ano letivo.


Dentre as cerimónias abertas a todo o público em geral, inclui-se a Abertura Solene do ano letivo, a incorporação dos novos alunos no Batalhão Colegial em 1 de dezembro e o Aniversário do Colégio Militar no dia 3 de março.


As tradições internas, destinadas a reforçar os laços de camaradagem entre alunos, incluem o grito de saudação "Zacatraz", e o uso do símbolo da barretina na lapela.



Abertura Solene do ano letivo |


Geralmente realizada no final do mês de outubro, integra a saudação de boas-vindas aos novos alunos e a imposição de distinções por bons resultados escolares aos melhores alunos do ano anterior.



Aniversário do Colégio Militar |


Esta comemoração é realizada durante os dois dias do fim de semana mais próximo do dia 3 de março, a data oficial da fundação do Colégio Militar em 1803. No sábado, decorre uma cerimónia de homenagem ao fundador, na presença de todo o Batalhão Colegial, nos Claustros do Colégio Militar. No domingo, o Batalhão Colegial realiza um desfile em público, geralmente descendo toda a Avenida da Liberdade, em Lisboa, terminando no Rossio, onde é de seguida celebrada missa em homenagem pelos ex-alunos já falecidos, na Igreja de São Domingos.



"Zacatraz" |


O "Zacatraz" é o grito de saudação/homenagem dos alunos ou antigos alunos do Colégio Militar e é sinal da sua presença em eventos públicos ou reuniões privadas.


Usado como forma de homenagem, é declarado logo no início do mesmo a quem se destina, que tanto pode ser uma instituição como uma pessoa, (exemplo: "Pelo Prof. Dario"). O Zacatraz é entendido como algo não institucional, mas sim pertença dos alunos, e como tal possui a característica de só os alunos (ou ex-alunos) terem a capacidade de decisão de quando (e por quem) é que o Zacatraz é gritado.



Símbolo da Barretina na lapela |


O símbolo da Barretina é usado na lapela de roupa civil por alunos, antigos alunos e sócios honorários da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar.



Antigos alunos distintos |


Estes são alguns antigos alunos do Colégio Militar que se distinguiram publicamente.[10][11][12]


Ver também a categoria: Alunos do Colégio Militar



Na presidência da República |





  • Marechal Carmona (1869-1951), marechal do Exército, político, primeiro-ministro (1926-1928), Presidente da República (1926-1951)


  • Marechal Costa Gomes (1914-2001), marechal do Exército, Presidente da República (1974-1976)


  • Marechal Craveiro Lopes (1894-1964), marechal da Força Aérea, Presidente da República (1951-1958)


  • Marechal Gomes da Costa (1863-1929), marechal do Exército, político, Presidente da República (1926)


  • Marechal António de Spínola (1910-1996), marechal do Exército, administrador colonial, político, Presidente da República (1974)




Na política e administração pública |





  • Abel Botelho (1854-1917), coronel do Exército, escritor, político, diplomata


  • Abel Fontoura da Costa (1869-1940), capitão de mar e guerra, político


  • Afonso de Castro (1824-1885), tenente-coronel do Exército, escritor, político, administrador colonial


  • Alfredo de Sá Cardoso (1864-1950), general do Exército, político, primeiro-ministro (1919-1920)


  • Álvaro de Castro (1878-1928), major de Infantaria, político, administrador colonial, primeiro-ministro (1920 e 1923-1924)


  • Andrade Corvo (1824-1890), político, escritor


  • Antão José Maria de Almada (1801-1834), funcionário da Casa Real


  • António Arnao Metello (1938-2008), tenente-coronel de Engenharia, político


  • António Augusto Dias de Freitas (1830-1904), industrial, político


  • Arantes e Oliveira (1907-1982), engenheiro, político


  • Augusto Cardoso (1859-1930), capitão de fragata, explorador, administrador colonial


  • Basílio Horta (1943-), jurista, político


  • Botelho Moniz (1900-1970), general do Exército, político


  • Caetano Diogo Óscar da Silva Vieira (1819-1885), tenente-coronel do Exército, administrador colonial


  • Carlos de Liz Teixeira Branquinho (1902-1973), diplomata


  • César Maria de Serpa Rosa (1899-1968), capitão de Infantaria, administrador colonial


  • Conde de Valbom (1822-1901), político, diplomata, coronel graduado de Engenharia


  • Diogo Paim de Bruges (1866-1930), professor, jornalista, político


  • Duarte Pio de Bragança (1945-), pretendente ao trono de Portugal


  • Eduardo Augusto Ferreira da Costa (1865-1907), major do Exército, administrador colonial


  • Eduardo Galhardo (1845-1908), general de brigada do Exército, administrador colonial, político, diplomata


  • Fernando Seara (1956-), advogado, político


  • Fradesso da Silveira (1825-1875), major graduado de Infantaria, professor, político, industrialista


  • Francisco Maria da Cunha (1832-1909), general de divisão do Exército, administrador colonial, político


  • Gustavo de Matos Sequeira (1880-1962), jornalista, escritor, político


  • Ivens Ferraz (1870-1933), general do Exército, administrador colonial, político, primeiro-ministro (1929-1930)


  • João Tavares de Almeida (1816-1877), militar, administrador colonial


  • José Cabral (1879-1956), coronel de Cavalaria, administrador colonial


  • José Pessoa (1899-1974), tenente-coronel de Artilharia, político


  • Luís Augusto Pimentel Pinto (1843-1913), general de divisão de Cavalaria, político


  • Luís Magalhães Correia (1873-1960), vice-almirante, administrador colonial, político


  • Marechal Humberto Delgado (1906-1965), marechal da Força Aérea, político


  • Manuel de Abreu Ferreira de Carvalho (1893-1956), capitão de Infantaria, administrador colonial


  • Miguel Rafael de Bragança (1946-), membro da Casa de Bragança


  • Miguel Dantas (1823-1910), político, diplomata


  • Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto (1804-1875), político


  • Passos e Sousa (1881-1966), coronel de Infantaria, político


  • Pedro Lynce (1943-), político


  • Pires de Miranda (1933-), engenheiro, político


  • Ricardo Bayão Horta (1936-), político


  • Salvador d'Oliveira Pinto da França (1822-1866), tenente-coronel do Exército, político


  • Teixeira Pinto (1899-1960), brigadeiro de Engenharia, professor catedrático, político


  • Tito de Morais (1910-1999), engenheiro, político




Nas forças armadas |





  • Adelino Delduque da Costa (1889-1953), coronel de Infantaria, administrador colonial

  • Almeida Bruno (1935-), general do Exército


  • Almeida e Costa (1932-2010), almirante, político, Governador de Macau


  • Almiro Maia de Loureiro (1865-1965), tenente-coronel do Exército, dirigente desportivo


  • Augusto Valdez de Passos e Sousa (1886-1915), tenente do Exército


  • Barros Rodrigues (1890-1957), general de Artilharia


  • Benjamim Luazes e Santos (1883-1962), coronel de Cavalaria


  • Cândido Xavier de Abreu Viana (1819-1901), general do Exército


  • Damião Freire de Bettencourt Pego (1826-?), coronel do Exército


  • Eduardo Ernesto de Castelbranco (1840?-1905), general de divisão do Exército


  • Francisco Xavier Craveiro Lopes (1814-1883), general de brigada do Exército


  • Francisco Xavier da Cunha Aragão (1891-1973), tenente-coronel de Cavalaria


  • Guilherme Ivens Ferraz (1865-1956), vice-almirante, administrador colonial


  • Garcia Leandro (1940-), general do Exército, Governador de Macau, professor universitário


  • Garcia Rosado (1864-1937), general do Exército, administrador colonial, diplomata


  • Henrique de Carvalho (1843-1909), coronel do Exército, explorador, administrador colonial


  • Jerónimo da Silva Maldonado de Eça (1803-1886), general de divisão do Exército


  • João Carlos Craveiro Lopes (1871-1945), general de divisão do Exército, administrador colonial


  • Joaquim Cardeira da Silva (1920-1999), coronel de Infantaria


  • José Rufino Moniz da Maia (?-1899), general de divisão de Infantaria


  • José Tomás de Cáceres (1839-1898), coronel de Infantaria


  • Luciano Granate (1895-1974), brigadeiro do Exército


  • Morais Sarmento (1843-1930), general de divisão de Infantaria, político, escritor


  • Mouzinho de Albuquerque (1855-1902), tenente-coronel do Exército, administrador colonial


  • Óscar Monteiro Torres (1889-1917), capitão de Cavalaria aviador


  • Pedro Alexandrino da Cunha (1801-1850), capitão de mar e guerra, administrador colonial


  • Pereira d'Eça (1852-1917), general de Artilharia, político, administrador colonial


  • Plácido de Abreu (1903-1934), capitão de Infantaria aviador


  • Raúl Folques (1939-), coronel de Infantaria


  • Sacadura Cabral (1881-1924), capitão de fragata aviador


  • Sanches de Miranda (1865-1939), coronel de Artilharia, administrador colonial


  • Sarmento de Beires (1893-1974), coronel de Engenharia aviador


  • Serpa Pinto (1846-1900), general de brigada do Exército, explorador, administrador colonial


  • Tenente Valadim (1856-1890), tenente do Exército, expedicionário em África


  • Vasco Rocha Vieira (1939-), general do Exército, Governador de Macau


  • Venâncio Augusto Deslandes (1909-1985), general de Aeronáutica, administrador colonial


  • Vieira da Rocha (1872-1952), general do Exército, político


  • Viriato de Lacerda (1887-1917), militar, herói de guerra




Nas ciências |





  • Adriano Augusto de Pina Vidal (1841-1919), general de divisão do Exército, professor universitário


  • Anchieta (1832-1897), explorador, naturalista


  • António Aniceto Monteiro (1907-1980), matemático, professor universitário

  • Armando Teófilo Silva Rocha da Trindade (1937-2009), fundador e reitor da Universidade Aberta (Lisboa)


  • Baldaque da Silva (1852-1915), capitão de mar e guerra, hidrógrafo

  • Campos Rodrigues (1836-1919), vice-almirante, engenheiro hidrográfico, astrónomo


  • Ernesto Roma, médico diabetologista


  • Fernando da Cruz Ferreira (1912-1977), médico, professor catedrático, campeão de esgrima


  • João Carrington da Costa (1891-1982), geólogo, professor universitário, político


  • Jorge da Silva Horta (1907-1989), médico, professor universitário, político


  • José Formosinho (1888-1960), arqueólogo, museólogo


  • José Rueff (1954-), médico, investigador, professor universitário


  • José Tribolet (1949-), professor universitário, gestor académico


  • Luís Porfírio da Mota Pegado (1831-1903), general de divisão do Exército, professor universitário


  • Mário Moutinho, médico oftalmologista


  • Nery Delgado (1835-1908), general de Engenharia, geólogo, professor


  • Rodrigo Sarmento de Beires (1895-1975), doutorado em Ciências Matemáticas, professor universitário




Nas artes |





  • Ângelo de Lima (1872-1921), pintor, poeta


  • António Avelar de Pinho (1947-), músico, compositor


  • Artur Semedo (1924-2001), ator, cineasta


  • Barata Feyo (1899-1990), escultor

  • Carvalho Soares (1901-1984), ator


  • José Maria Sardinha Pereira Coelho (1879-1963), militar, jornalista, autor teatral, compositor


  • Luís Esparteiro (1959-), ator


  • Luís Filipe Rocha (1947-), realizador de cinema


  • Menezes Ferreira (1889-1936), militar, escritor, artista


  • Pedro Ayres Magalhães (1959-), músico, compositor


  • Rão Kyao (1947-), músico, compositor


  • Raul de Carvalho (1901-1984), ator


  • Raul Ferrão (1890-1953), militar, compositor


  • Ribeiro de Carvalho (1880-1942), político, escritor, jornalista


  • Rui Jervis Atouguia (1917-2006), arquiteto


  • Tomás Alcaide (1901-1967), tenor lírico




Nas letras e humanidades |




  • Alberto Machado Cardoso dos Santos (1876-1964), coronel de Cavalaria, escritor, historiador


  • António Lobo Vilela (1902-1966), engenheiro geógrafo, professor, espírita, político, escritor


  • António Sérgio (1883-1969), intelectual, pensador


  • Augusto César Ferreira de Mesquita (1841-1912), dramaturgo, jornalista, político


  • Carlos Selvagem (1890-1973), jornalista, escritor, historiador


  • Eduardo Lourenço (1923-), professor, pensador


  • Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878), naturalizado brasileiro, general de brigada do Exército brasileiro, diplomata, historiador


  • Jacinto Inácio de Brito Rebelo (1830-1920), general de brigada de Engenharia, publicista, historiador


  • João Medina (1939-), historiador, escritor, professor universitário


  • Joaquim da Costa Cascais (1815-1898), general de divisão do Exército, escritor


  • José Bação Leal (1942-1965), alferes miliciano de Infantaria, poeta


  • José Fanha (1951-), escritor, divulgador de poesia


  • Júlio César Machado (1835-1890), escritor


  • Júlio Dantas (1876-1962), escritor, médico militar, político, diplomata


  • Latino Coelho (1825-1891), escritor, jornalista, político


  • Luís de Albuquerque (1917-1992), professor universitário, historiador


  • Luís Augusto Ferreira Martins (1875-1967), general de Artilharia, historiador


  • Luís Augusto Palmeirim (1825-1893), escritor, político


  • Luís Galhardo (1874-1929), coronel de Infantaria, jornalista, dramaturgo


  • Olavo d'Eça Leal (1908-1976), escritor


  • Pedro Bandeira Freire (1939-2008), escritor, cineasta, empresário


  • Pinheiro Chagas (1842-1895), escritor, jornalista, político


  • Ramiro Guedes de Campos (1903-), poeta


  • Solilóquio (João Cristóvão Moreira) (1929-), capitão de fragata, escritor tauromáquico




No desporto |




  • Ângelo Felgueiras (1964-), piloto de linha aérea, sindicalista, alpinista


  • Domingos de Sousa Coutinho (1896-1984), cavaleiro olímpico medalhado


  • Hélder de Sousa Martins (1901-?), general do Exército e cavaleiro olímpico medalhado


  • Filipe Soares Franco (1953-), gestor, dirigente desportivo


  • João Palha Ribeiro Telles (1959-), cavaleiro tauromáquico


  • Jorge Theriaga (1954-), médico, campeão internacional de bilhar


  • José Beltrão (1905-1948), capitão de Cavalaria, cavaleiro olímpico medalhado


  • Luís Ivens Ferraz (1897-1987), oficial de Cavalaria, cavaleiro olímpico


  • Luís Mena e Silva (1902-1963), cavaleiro olímpico medalhado


  • Rui Santos (1960-), jornalista desportivo

  • Vasco Lynce (1947), político, presidente do Comité Olímpico Português




No comércio e indústria |





  • Gastão de Benjamim Pinto (1886-1976), empresário industrial


  • João Cordeiro (1947-), empresário, dirigente associativo


  • Pedro Queiroz Pereira (1949-], piloto automóvel, empresário




Professores |


Esta é uma lista de professores que lecionaram no Colégio Militar, com artigos próprios na Wikipédia:




  • Álvaro Eugénio Neves de Fontoura (1891-1975), militar e administrador colonial


  • Edmundo Curvelo (1913-1954), filósofo e lógico; professor de Filosofia e História


  • Eduardo Galhardo (1845-1908), militar, político, administrador colonial e diplomata; professor de Aritmética prática


  • Joaquim da Costa Cascais (1815-1898), militar e escritor; professor de topografia militar, desenho e arquitectura


  • José César Ferreira Gil (1858-1922), militar e historiador; professor e diretor do Colégio Militar


  • José Joaquim Nunes (1859-1932), sacerdote e professor


  • Luciano Cordeiro (1844-1900), escritor, historiador, geógrafo e político; professor de Filosofia e Literatura


  • Mouzinho de Albuquerque (1855-1902), militar e administrador colonial; regente de estudos


  • Manuel Maria de Oliveira Ramos (1862-1931), militar, professor universitário e historiador



Diretores |


Esta é uma lista de diretores do Colégio Militar com entradas na Wikipédia, por ordem cronológica do ano em que assumiram a direção:




  • António Teixeira Rebelo, 1803-1825


  • Cândido José Xavier, 1825-1828


  • Pedro José de Santa Bárbara, 1829-1833


  • Agostinho José Freire, 1834-1836


  • João José da Cunha Fidié, 1837-1848


  • Evaristo José Ferreira, 1848-1851


  • Francisco Maria da Cunha, 1882-1890 ou 1883-1891


  • José Estêvão de Morais Sarmento, 1898-1904


  • José César Ferreira Gil, 1912-1915


  • Luís da Costa de Sousa de Macedo, 1944-1946



Toponímia |


Os nomes do Colégio Militar, do seu fundador e de mais de 80 antigos alunos - todos com artigos na Wikipédia - perduram na toponímia (nomes de localidades e de arruamentos) por todo o mundo:[13]




  • Abel Botelho

  • Abel Fontoura da Costa

  • Abílio Passos e Sousa

  • Adriano Augusto de Pina Vidal

  • Afonso de Castro

  • Alfredo de Sá Cardoso

  • Almirante Magalhães Correia

  • Álvaro de Castro

  • Anchieta

  • Aníbal Augusto Sanches de Miranda

  • António Pereira de Eça

  • António Sérgio

  • Artur Semedo

  • Augusto Cardoso

  • Carlos Selvagem

  • César Maria de Serpa Rosa

  • Duque de Loulé

  • Eduardo de Arantes e Oliveira

  • Eduardo Galhardo

  • Ernesto Roma

  • Fradesso da Silveira

  • Francisco Craveiro Lopes

  • General Ferreira Martins

  • General Humberto Delgado

  • General Luís Pimentel Pinto

  • Gustavo de Matos Sequeira

  • Hélder Martins

  • Henrique Augusto Dias de Carvalho

  • João de Andrade Corvo

  • Joaquim Cardeira da Silva

  • Joaquim Filipe Nery da Encarnação Delgado

  • Joaquim Ribeiro de Carvalho

  • Joaquim Tomás Lobo de Ávila

  • José Beltrão


  • José Cabral, Vila Cabral (Moçambique)

  • José Estêvão de Morais Sarmento

  • José Formosinho

  • Júlio Botelho Moniz

  • Júlio César Machado

  • Júlio Dantas

  • Luís de Albuquerque

  • Luís Augusto Palmeirim

  • Marechal António de Spínola

  • Marechal Costa Gomes

  • Marechal Teixeira Rebelo

  • Mário Moutinho

  • Olavo d'Eça Leal

  • Marechal Óscar Carmona

  • Óscar Monteiro Torres

  • Plácido de Abreu

  • Professor Jorge da Silva Horta

  • Ramiro Guedes de Campos

  • Raul Ferrão

  • Sacadura Cabral

  • Sarmento de Beires

  • Serpa Pinto

  • Tenente Valadim

  • Tenente-Coronel José Pessoa

  • Viriato de Lacerda




Referências




  1. ↑ Matos, Alberto da Costa; et al.; coord. Jorge Alberto Gabriel Teixeira, Mário Margarido e Silva Falcão; fot. José Luís Braga (2003). História do Colégio Militar. Lisboa: Estado Maior do Exército. ISBN 972-97408-4-4  A referência emprega parâmetros obsoletos |coautor= (ajuda)


  2. ↑ Lusa/Sol (21 de março de 2012). «"Marçal Grilo vai liderar reforma do ensino militar"». Jornal Sol. Consultado em 20 de setembro de 2013 


  3. ↑ Lusa (10 de setembro de 2012). «"Ensino militar regular concentrado no Colégio Militar até 2015"». Jornal Público. Consultado em 20 de setembro de 2013 


  4. ↑ Despacho nº 4785/2013 do MDN


  5. ↑ ab Joana Ferreira da Costa (25 de setembro de 2012). «"Querem matar o colégio Militar?"». Jornal Sol. Consultado em 20 de setembro de 2013 


  6. ↑ Lusa (13 de setembro de 2012). «"Aguiar-Branco enaltece ensino militar em carta enviada aos pais dos alunos"». Jornal Público. Consultado em 20 de setembro de 2013 


  7. ↑ «Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar» 


  8. ↑ http://www.presidencia.pt/comandantesupremo/?idc=344&idi=13765


  9. ↑ «O Código de Honra do Aluno do Colégio Militar». Consultado em 21 de novembro de 2013 


  10. ↑ http://www.lacm.org.pt/conheca-o-cm/outros-antigos-alunos-de-relevo/conheca-o-cm/outros-antigos-alunos-de-relevo


  11. ↑ Meninos da Luz – Quem é Quem II. Lisboa: Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar. 2008. ISBN 989-8024-00-3 


  12. ↑ Matos, Alberto da Costa (2013). O Colégio Militar: berço de grandes portugueses. prefácio: José Alberto Loureiro dos Santos. Lisboa: Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar. ISBN 978-989-96104-0-8 


  13. ↑ Matos, Alberto da Costa; prefácio: António dos Santos Ramalho Eanes (2009). O Colégio Militar na Toponímia Portuguesa. Lisboa: Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar. ISBN 978-989-96104-0-8  A referência emprega parâmetros obsoletos |coautor= (ajuda)



Ligações externas |




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  • Sítio oficial do Colégio Militar

  • Sítio da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar










































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