Pólipo endometrial






















Pólipo endometrial


Pólipos uterinos

Especialidade

urologia, ginecologia
Classificação e recursos externos

CID-10

N84.0

CID-9

621

A Wikipédia não é um consultório médico. Leia o aviso médico 

Pólipo endometrial ou pólipo uterino é uma neoplasia benigna do epitélio do útero (endométrio). Durante toda a vida, ocorrem em até 10 por cento das mulheres, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos. Frequentemente não causam sintomas, principalmente os menores e solitários. Pólipos grandes e múltiplos causam sangrados uterinos anormais (menorragia e/ou metrorragia).[1] Apenas 0,5 por cento dos pólipos contêm células cancerosas (adenocarcinoma), sendo o risco maior com a maior idade.[2]




Índice






  • 1 Causas


  • 2 Diagnóstico


  • 3 Tratamento


  • 4 Referências





Causas |


Os pólipos uterinos são sensíveis ao estrogênio, o que significa que eles crescem em resposta ao estrogênio circulante. Fatores de risco incluem obesidade, hipertensão arterial, uso de tamoxifeno, terapia de reposição hormonal e uma história de pólipos cervicais.[3]



Diagnóstico |


Os pólipos endometriais podem ser detectados por ultrassonografia transvaginal (sonohisteroscopia) e histeroscopia. Após remover um pólipo com curetagem uma biópsia para garantir que não há células malignas (mais de 99 por cento são benignos).[4]



Tratamento |


Os pólipos podem ser removidos cirurgicamente com dilatação e curetagem. Quando a curetagem é realizada sem histeroscopia (visualizar o útero com uma câmera), os pólipos podem passar despercebidos. Pólipos grandes podem ser cortado em seções e removidos em partes. Os pólipos raramente voltam a crescer. Se as células cancerosas são descobertas, uma histerectomia (remoção cirúrgica do útero) pode ser realizada.[5]


Medicamentos hormonais, incluindo progestinas e agonistas da hormona liberadora de gonadotropina, podem reduzir os sintomas dos pólipos temporariamente, mas o sangrado frequentemente volta sem a medicação.[5]



Referências




  1. DeCherney, Alan H.; Lauren Nathan (2003). Current Obstetric & Gynecologic Diagnosis & Treatment. McGraw-Hill Professional. p. 703. ISBN 0-8385-1401-4.


  2. Rubin, Raphael; David S Strayer (2007). Rubin's Pathology: Clinicopathologic Foundations of Medicine. Lippincott Williams & Wilkins. p. 806. ISBN 0-7817-9516-8.


  3. Edmonds, D. Keith; Sir John Dewhurst (2006). Dewhurst's Textbook of Obstetrics and Gynaecology. Blackwell Publishing. p. 637. ISBN 1-4051-5667-8.


  4. http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/uterine-polyps/basics/tests-diagnosis/con-20027472


  5. ab "Uterine polyps". MayoClinic.com. 2006-04-27. http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/uterine-polyps/basics/treatment/con-20027472





























Popular posts from this blog

Feedback on college project

Futebolista

Albești (Vaslui)