Isabel de Herédia
Pretendente Isabel de Herédia | |
|---|---|
| Reivindicação | |
Título | Duquesa de Bragança (consorte) |
Período | 13 de maio de 1995 - presente |
Predecessor | Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança[1][2] |
Último monarca | Manuel II de Portugal |
Ligação com o último monarca | Sem parentesco direto |
| Vida | |
Cônjuge | Duarte Pio de Bragança |
Descendência | Afonso Maria Francisca Dinis |
Nome completo | Isabel Inês de Castro Curvello de Herédia de Bragança |
Casa | Casa de Bragança (Ramo Miguelista) |
Pai | Jorge de Herédia |
Mãe | Raquel Leonor Pinheiro Curvello |
Nascimento | 22 de novembro de 1966 (52 anos) Lisboa, |
Morte | |
Isabel de Herédia (Isabel Inês de Castro Curvello de Herédia de Bragança, Lisboa, 22 de novembro de 1966) é a esposa de Duarte Pio de Bragança, que atualmente se arroga como pretendente pelo ramo Miguelista ao trono português, e é uma das atuais pretendentes ao título consorte de Duquesa de Bragança. Reivindica ainda o título de grã-mestre da Ordem da Rainha Santa Isabel, embora sem validade por falta de direito próprio.
Índice
1 Família
2 Educação e carreira profissional
3 Filhos
4 Projectos pessoais
5 Ascendência
6 Referências
7 Ver também
Família |
É filha do arquitecto Jorge de Herédia (bisneto de Francisco Correia de Herédia, 1.º Visconde da Ribeira Brava, reconhecido conspirador do regicídio de 1908 que vitimou o rei D. Carlos I de Portugal e D. Luís Filipe de Bragança, o Príncipe Real de Portugal) e de Raquel Leonor Pinheiro Curvello, e prima-irmã de Manuel de Herédia Caldeira Cabral, atual Ministro da Economia de Portugal.
Isabel de Herédia viveu entre Portugal e Angola até 1975, altura em que a família se mudou para São Paulo, no Brasil.
Educação e carreira profissional |
Depois da infância passada entre Portugal e Angola, acompanhou a família quando esta emigrou para o Brasil. Realizou os estudos secundários no Colégio São Luís, em São Paulo, prosseguindo uma licenciatura em Administração de Empresas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Terminado o curso, em 1990, regressou a Portugal e iniciou a sua actividade profissional numa empresa financeira, a BMF - Sociedade de Gestão de Patrimónios, S.A., onde esteve até 1995.
Filhos |
Do casamento com Duarte Pio de Bragança teve três filhos:
Afonso de Santa Maria de Herédia e Bragança (Lisboa, 25 de março de 1996 –), pretendente aos títulos de Príncipe da Beira e de Duque de Barcelos.
Maria Francisca Isabel de Herédia e Bragança (Lisboa, 3 de março de 1997 –), pretendente aos títulos de Duquesa de Coimbra e de Infanta de Portugal.
Dinis de Santa Maria de Herédia e Bragança (Lisboa, 25 de novembro de 1999 –), pretendente aos títulos de Infante de Portugal e de Duque do Porto.
Tendo-se valido do falecimento de D. Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança, ocorrido dias antes a 6 de maio de 1995, a cerimónia do casamento foi acompanhada de uma estratégia levada a cabo com vista à revitalização das pretensões da família do ramo Miguelista, então excluída da sucessão dinástica em Portugal. Nessa data, foram distribuídas bandeiras e outros símbolos monárquicos junto do público que aguardava a chegada dos noivos ao Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. Contudo, poucos meses depois, as expectativas dessa mesma estratégia ficaram defraudadas com o surgimento de descendentes de D. Maria Pia de Bragança e cuja existência ensombra, até aos dias de hoje, a nova tentativa dos Miguelistas serem aceites como pretendentes válidos na sucessão ao extinto trono de Portugal. Do mesmo modo, o ex-deputado do Partido Popular Monárquico (PPM), Nuno da Câmara Pereira, também denunciou os intentos fraudulentos da estratégia da família de Duarte Pio.
Projectos pessoais |
Desde 1995, Isabel de Herédia patrocina diversas instituições de caridade, especialmente as ligadas à ajuda e apoio a crianças desfavorecidas ou com problemas de saúde (especialmente síndroma de Down).
Ascendência |
| Ancestrais de Isabel de Herédia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Referências
↑ Soares, Fernando Luso (1983); D. Maria Pia, Duquesa de Bragança contra D. Duarte Pio, o senhor de Santar. Lisboa: Editorial Minerva.
↑ Soares, Mário; Portugal amordaçado: depoimento sobre os anos do fascismo. Lisboa: Arcádia, 1974, pp. 274–278.
Ver também |
- Questão dinástica portuguesa
- Casa de Bragança
- Casa de Bragança-Saxe-Coburgo-Gota