Cerco
![]() |
Parte de uma série sobre a |
Guerra |
---|
Períodos
|
Campo de batalha
|
Armas
|
Táticas
|
Estratégia
|
Organização
|
Direito
|
Outros
|
Governo e políticas
|
Regiões conflituosas
|
Listas
|


Desenho de 1400-1450 representando o cerco de Antioquia pelos cruzados em 1098
Cerco, assédio ou sítio é um método de estratégia militar onde unidades militares cercam o inimigo ou uma edificação, como as praças-fortes, onde o inimigo se abriga, com o intuito de não permitir sua evasão ou o seu recebimento de provisões. Geralmente, nesta estratégia, é comum o uso de armas de assédio para a destruição de edificações. A técnica do cerco, tanto a de defesa como a do ataque, chama-se poliorcética.
Exemplos históricos |
Existem vários eventos históricos importantes onde houve o cerco de cidades, tais como:
Cerco de Massada (73-74)- Cerco de Paris (845)
Cerco de Lisboa em 1147, que levou à conquista da cidade, em 20 de Outubro de 1147, pelas forças portuguesas e por cruzados sob o comando de D. Afonso Henriques.
Batalha de Pequim, em 1214, nas campanhas do general mongol Gengis Khan contra a Dinastia Jin.
Cerco de Barcelona (1713-1714)- Grande Cerco de Gibraltar
- Cerco a Leninegrado
Cerco de Homs (2011-2014)